quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Sozinhos, somos estrelas que cintilam ...
Juntos, compomos o Corpo de Luz deste Planeta.
Trazemos na memória o amor e as conquistas de nossas caminhadas...
Por que temer?
É chegada a hora de ouvir as nossas vibrações pessoais...
Cada um... ouça o seu som!!!
Sinta a sua Luz!
Perceba a Verdade que habita seu coração.
Sinta o seu propósito ao longo das eras...
Aquiete-se!
"Ouça" as estrelas...
O universo está aí...
bem dentro de você!!!
Cada astro, cada estrela, cada lua, cada sol... tem o seu lugar.
Há mais vida, há mais organização do que suspeitamos...
É hora de mostrar ao mundo a sua Luz. De fazer vibrar o seu som...
É hora de contribuir para o Plano Maior!
Por um mundo melhor...
Rituais de passagens são movimentos de renovação e de silenciosas transformações...
Deixe-se levar por seu coração.
Ele sabe o caminho...
Deixe a Luz penetrar...
Inspire a força que vem do Cosmos, erga a cabeça e caminhe, guiado pela Verdade. E seja pleno, feliz, pois você ...
"É filho amado de Deus"!!!
Desconheço a autoria
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
SINAIS...
“Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.”
Platão
Cresce a percepção de que algo de colossal magnitude está em curso. Não há consenso entre especialistas das várias áreas de conhecimento sobre os detalhes. No entanto, a cada grande tragédia o mundo suspende a respiração e deixa pairar no ar uma sensação de que as coisas não vão bem.
Pessimistas, sensacionalistas e embusteiros garantirão que estamos na ante-sala do apocalipse.
Não é o caso.
Não convém perder o equilíbrio, nem abrir mão da razão.
Por outro prisma e da mesma forma, também não é razoável se deixar cegar pelo otimismo infantil, por promessas fantasiosas e por medo de enfrentar a verdade.
Vivemos um momento de transição.
Vozes respeitáveis de todas as áreas do conhecimento e dos mais diversos matizes espirituais reconhecem que estamos vivenciando um momento histórico, decisivo, transformador.
Os sinais se multiplicam.
Vou citar apenas fatos que foram notícia na última semana. Repito: apenas na última semana. Ártico bate recorde de degelo e com temperaturas médias de até 6 Cº acima da média mundial. ONU reconhece que o misterioso sumiço de abelhas abrange todos os continentes e pode afetar gravemente a produção mundial de alimentos. Mais de 65% dos corais estão muito ameaçados. O Sol começou um dos períodos mais violentos de explosões nucleares dos últimos tempos e pode afetar a comunicação e o fornecimento de energia em todo planeta. Países do oriente médio e norte da África estão convulsionando com revoltas, protestos e guerra civil para renovar o comando político desses povos. Mais um megaterremoto e tsunami destroem várias cidades no Japão e provocam um dos mais graves acidentes nucleares da história.
O que estes fenômenos significam?
Dores do parto, para usar a expressão bíblica.
Uma nova era está se posicionando para nascer.
Estamos presenciando um momento histórico para o planeta: a Grande Transição está em curso, diante de nossos olhos.
Não é preciso ter medo, nem mistificar o assunto.
Contudo, a indiferença e a cegueira têm seu preço.
Não pense que fenômenos de grandes proporções não te alcançarão. O mundo está todo interligado. Não existem mais crises isoladas. Muitas pessoas estão sendo surpreendidas e perdendo bens, entes queridos e o equilíbrio, por subestimarem os sinais.
Convém preparo e, sobretudo, o psíquico, emocional e espiritual. Não só isso. É preciso reconhecer as forças da natureza e não ter tanta certeza de que o pior não vai acontecer logo contigo. Ações simples farão diferença. A primeira delas é não subestimar a Grande Transição.
Confiemos em Deus e fiquemos atentos.
Fonte: Visão Espírita
UMA LINDA LIÇÃO SOBRE MOREER E VIVER
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
(Chico Xavier)
Em 2009, Zach Sobiech era um adolescente de 14 anos, da cidade de Lakeland, no estado de Minesota, Estados Unidos, quando foi diagnosticado com um câncer raro nos ossos, mais comum em crianças.
Seu tratamento envolveu 10 cirurgias e 20 sessões de quimioterapia. Não obstante o esforço, em março de 2012, os médicos tinham chegado ao limite do tratamento disponível. Ou seja, Zach – então com 17 anos – só teria mais um ano de vida.
O menino teve, então, de enfrentar um dilema para o qual ninguém está realmente preparado: o que fazer com seu último ano de vida?
O documentário acima mostra qual atitude que Zach escolheu e porque ele se tornou um sucesso mundial com sua música “Clouds”, que em poucas semanas se tornou um viral no Youtube e ultrapassou 4 milhões de visualizações, tendo, inclusive, ganhado versões cover de sua música de despedida, cantadas por celebridades americanas.
Segue trecho da música, em tradução livre:
We could go up, up, up (nós poderíamos ir pro alto, alto, alto)
And take that little ride (e dar aquele passeio)
And sit there holding hands (e sentar aqui dando as mãos)
And everything would be just right (e tudo ficaria bem)
And maybe someday i’ll see you again (e talvez algum dia eu te verei de novo)
We’ll float up in the clouds and we’ll never see the end (vamos flutuar nas nuvens e nunca veremos o fim)
And we’ll go up, up, up (e iremos pro alto, alto, alto)
But i’ll fly a little higher (mas eu vou voar um pouco mais alto)
We’ll go up in the clouds because the view is a little nicer (vamos por cima das nuvens, porque a vista de lá é melhor)
Up here my dear (porque aqui, meu amor)
It won’t be long now, it won’t be long now (não vai durar muito, não vai mais durar muito)
O jovem Zach deixou a matéria em 20 de maio de 2013 e um valioso testemunho sobre morrer e viver para os que ficam.
Poderia discorrer longamente sobre vários aspectos dessa bela história. Mas os leitores deste blog saberão refletir com os vídeos acima. Até porque o exemplo é mais forte que as palavras.
Fonte: Visão EspíritaSINTONIA E CRIAÇÃO
“Energia viva, o pensamento desloca, em torno de nós, forças sutis, construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas, com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos outros. Nosso êxito ou fracasso dependem da persistência ou da fé com que nos consagramos mentalmente aos objetivos que nos propomos alcançar.”
(Afinidade e Sintonia – Espírito Emmanuel)
Há uma cena do filme Nosso Lar que se destaca – com louvor – quanto ao livro. É que a imagem em certas situações realmente permite vivências mais ricas do que a palavra. Refiro-me ao trecho do filme em que o Espírito de André Luiz volta à sua casa na Terra. Ele descobre que sua esposa agora tem outro consorte e seus filhos um padrasto. Perplexo, rapidamente seu coração se turva e sua mente é impregnada de pensamentos poderosamente negativos. E ai o detalhe sutil que o filme permite-nos vivenciar. De repente o cenário muda e André Luiz vê-se novamente no Umbral, respirando no ambiente psíquico equivalente à sua sintonia mental, repleto de insânia, rebeldia, maldade e dor.
É a lei de sintonia. Afinal, é pelos pensamentos e sentimentos que criamos o mundo ao nosso redor, o universo por onde transitamos, o céu ou o inferno onde respiramos. O Espírito Emmanuel assinala:
“Nos mais simples quadros da natureza, vemos manifestado o princípio da correspondência. Um fruto apodrecido ao abandono estabelece no chão um foco infeccioso que tende a crescer, incorporando elementos corruptores. Exponhamos a pequena lâmina de cristal, limpa e bem cuidada, à luz do dia, e refletirá infinitas cintilações do Sol.
Andorinhas seguem a beleza da primavera. Corujas acompanham as trevas da noite. O mato inculto asila serpentes. A terra cultivada produz o bom grão. (...)”
A dinâmica da lei de sintonia é simples. Você atrai aquilo que já existe em seus sentimentos e pensamentos. Neste mar de energias invisíveis não são os opostos que se atraem, mas sim os semelhantes.
O bem atrai o bem e o mal atrai o mal.
Quando pensamos emitimos ondas que têm determinada freqüência. Nessa freqüência mental encontraremos outras mentes, que habitam no plano espiritual. É quando se dá a interação entre os encarnados e desencarnados.
A mãe que derrama afeto ao seu rebento enfermo gera um padrão de freqüência mental bem diferente do meliante que está de tocaia preparando-se para o assassínio. Ambas as mentes estão interagindo com planos de vida espiritual. A mãe atrai Espíritos benfazejos para auxiliá-la nas transfusões de fluidos curativos, da mesma forma que o criminoso está devidamente assessorado por miríades de Espíritos que têm valores morais similares aos seus e o incentivam mentalmente para seguir em frente com seu desvairo.
Na freqüência mental elevada da mãe, Espíritos pouco evoluídos não têm acesso e ela encontra-se naturalmente protegida de más influências. Já quando uma pessoa está impregnada de raiva, de ódio, de rancores, de desejos de vingança, mesmo quando Espíritos protetores tentam influenciá-la, por vezes encontram uma mente tão perturbada nesse inferno mental que não conseguem obter êxito, pelo que aguardam um momento mais oportuno para intervenção, respeitando o livre arbítrio de cada criatura.
Diga-me com quem andas e te direi quem tu és, ensina o ditado popular. No Espiritismo aprendemos a inversão desta lógica: diga-me quem tu és, que te direi com quem andas.
É uma lição simples e talvez por isso tão negligenciada.
Espiritualizar-se é também aprender a educar nossos pensamentos e sentimentos. Eles sempre estão sendo bombardeados por fatores internos e externos que provocam reações, às vezes inconscientes. Por isso, é impossível não sentir raiva, decepção, tristeza e por vezes sentimentos ainda mais pesados diante de certas situações. Contudo, esses estados d´alma devem estar de passagem rápida. Ter um impulso inicial, reativo, é natural. O erro é deixá-los hóspedes ou proprietários de nosso coração e mente.
Tal como André Luiz, já espiritualizado, é imprescindível domá-los e retomar o controle, o equilíbrio. É o que mostra o filme nas cenas seguintes, que para mim são o ponto alto da película. André retempera-se e equilibrado, dono de si, retorna ao lar para vivenciar momentos emocionantes que tocaram milhares de leitores e espectadores.
Assim é a própria vida. Quando perdemos o nosso controle é a própria vida que caminha trôpega, vacilante, desorientada, ora atrapalhada, ora colidindo, ora descarrilando, não raro deixando um rastro de confusão, estragos e sofrimentos.
Lado outro, se cultivamos estados mentais positivos, alegres, de esperança, generosidade e bem querer, automaticamente usufruímos os benefícios da leveza íntima, de serena paz e sutil felicidade.
Vivemos, portanto, em nossas criações. E se o nosso entorno anda ruim é porque nosso íntimo não está nenhum paraíso.
Nada que – com sincero esforço – não se possa mudar.
Basta sentir, pensar e agir por uma vida melhor.
Fonte: Visão Espírita
ESPIRITISMO OU "ESPIRITISMOS"? (José Lucas)
"O Espiritismo é a ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como das suas relações com o mundo corporal", refere Allan Kardec no livro "O que é o Espiritismo".
Sendo uma ciência filosófica de consequências morais, como ciência de observação investiga os chamados factos espíritas, como filosofia explica esses mesmos factos, e como moral apresenta um roteiro para a Humanidade, de modo a que esta se espiritualize mais depressa.
Sendo a Doutrina dos Espíritos (ditada por eles) e estando assente em valores universais, bem como nas leis imutáveis da Vida, jamais poderia a Doutrina dos Espíritos ser mais um joguete dos seres humanos, que a utilizassem a seu belo prazer.
Allan Kardec, estruturou muito bem os ensinamentos dos Espíritos, compilando-os na sua obra, que engloba os 12 volumes da "Revista Espírita" e 8 livros (considerando-se o livro "Obras Póstumas" e "Viagem Espírita em 1862"), deixando bem vincado o carácter universalista e universal da Doutrina dos Espíritos.
Léon Denis, o filósofo do Espiritismo, referia a seu tempo, que o Espiritismo seria aquilo que os Espíritas dele fizessem.
A obra de Kardec permanece segura, bem estruturada, e ainda não é bem entendida pela grande maioria de nós, o que é natural tendo em conta que é algo muito recente, apenas com 158 anos de idade.
Os espíritas (adeptos da ideia espírita) entendem a Doutrina dos Espíritos de acordo com a sua capacidade de entendimento, que varia em grau e em profundidade, o que é perfeitamente normal, saudável, desde que haja bom senso, discernimento, lucidez, equilíbrio e uma normal troca de ideias, dentro da assertiva espírita da fraternidade, da caridade, do Amor entre todos.
Pelo processo da reencarnação, muitos de nós, espíritas, somos ex-padres e ex-freiras, oriundos do catolicismo dominante no Ocidente, desde sempre. Ainda presos aos atavismos do passado, vamos levando para os centros espíritas muitas coisas que nada têm a ver com a essência universal do Espiritismo, como toalhas brancas para a mesa (saudades dos altares?), fotografias de Jesus e de vultos espíritas (saudades dos santos das Igrejas?), rezas em coro e cânticos igrejeiros (reminiscências do catolicismo?), o "Amen" no fim de uma prece, posturas igrejeiras e castradoras por parte de dirigentes espíritas (saudades do clero?) (tudo isto criticado por Kardec, in "Viagem Espírita em 1862", cap. XI e seguinte).
Paralelamente, ao nível da divulgação espírita, em termos locais, regionais, nacionais e internacionais, vamos perdendo a essência do espiritismo, o estatuto de livre-pensador, para começarmos a criar organizações, grupos, por vezes sectários, dentro dos movimentos espíritas, feitos pelos homens, que muitas vezes vão contra a essência da Doutrina dos Espíritos (que não é sectária).
É fundamental que as organizações de divulgação espírita, seja a que nível for, as Federações Espíritas em todos os países, não se tornem uma reedição dos Bispados de outrora, assim como é importante que o Conselho Espírita Internacional (CEI) não seja entendido como um papado espírita.
No entanto, todas estas organizações são muito úteis e necessárias no processo de divulgação do espiritismo, mantendo-se uma estrutura horizontal, em rede, sem necessidade da tradicional estrutura piramidal, papal.
O espiritismo é uma ideia fabulosa.
Os espíritas são os seus bons ou maus intérpretes,
que não podem ser confundidos com a ideia espírita.
O ser humano, espírita, habituado a ser "orientado" pelos padres de outrora, sente-se perdido, sem saber o que fazer ou como fazer, agora que usufrui do estatuto de livre-pensador. Então, num movimento de “retrocesso” evolutivo temporário, o espírita refugia-se em organizações que reeditam vícios e erros do passado, criando-se regras rígidas, outras absurdas, supostas hierarquias, fazendo-se com o Espiritismo o mesmo que os Homens fizeram com o Cristianismo, descaracterizando-o e catolicizando-o.
Os centros espíritas pequenos, como preconizava Kardec, um em cada bairro, com 20, 30 pessoas, vão dando origem a "igrejas" com 400, 800, 1000 ou mais pessoas, descaracterizando a essência do centro espírita, que aponta no conhecimento mútuo, no amparo entre todos, na entreajuda e companheirismo (in "O Livro dos Médiuns", cap. XXIX, "Reuniões e Sociedades").
Saudosos dos grupos divergentes dentro do catolicismo, em vidas passadas, divergências essas que deram origem às várias ordens religiosas e aos vários grupos dentro do Catolicismo, os espíritas menos atentos agrupam-se em torno dos seus "santos" espíritas, criando "grupos de amigos" deste ou daquele espírita mais proeminente, num claro desacerto com o rumo da Doutrina dos Espíritos, compilada por Allan Kardec.
Não existem espiritismos, nem existem correntes espíritas.
"Espiritismo só há um, o de Kardec e mais nenhum" costuma referir pessoa amiga, em jeito de brincadeira, mas falando a sério.
Espiritismo é uma coisa.
Os espíritas podem ser outra bem diferente...
Em caso de dúvida, peguemos nos livros de Allan Kardec, estudemo-los, usemos o nosso espírito crítico, com Amor, fraternidade, e prossigamos vivendo, amando, servindo, na certeza de que no actual estado evolutivo, jamais conseguiremos agradar a gregos e troiano
José Lucas
José Lucas, 53 anos, profissionalmente foi Tenente-Coronel na Força Aérea Portuguesa, colabora na divulgação do Espiritismo em Portugal com artigos em jornais espíritas e não espíritas, na TV e na rádio. Tem participado em congressos e em palestras em Portugal, Espanha e Brasil. Colabora na Ass. de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (ADEP) e no Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha. Tem 2 livros publicados pela Federação Espírita Portuguesa, psicografados "Histórias que os Espíritos Contaram", Volume I, Volume II
Fonte: Amigo Espírita
POR QUE TEMER?

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